Contadores de histórias

Bru Junça

É BARALHANDO HISTÓRIAS, voltando a ouvir e a contar que(me) vou contando.

Gosto de contar o tempo, de percebê-lo.

Talvez, por isso, goste de o conjugar verbalmente no gerúndio, dando-lhe uma Ideia de infinitude, ainda que ilusória. Na minha bagagem carrego livros, muitos livros, guardo canto que me é chão e até um FAROL SÓ MEU para não esquecer o norte do caminho. Carrego medos grandes e pequenos e um grande espaço VAZIO.

FEITO À MÃO levo os livros de pano que nascem das minhas memórias e de inúmeros retalhos de pano.

COM O TEMPO descobri que PARA SEMPRE é muito tempo e que, mais cedo ou mais tarde, o TRANGLOMANGLO virá bater-me à porta. Depois apenas ficarei, para sempre, no MUSEU DO TEMPO daqueles que me quiserem guardar na sua memória.

EU ESPERO… enquanto vou contando.

Participação na Maratona de Leitura

1 de julho

Oficina «O Tacho para a Sertã» (Escola da Abegoaria; 16h30)

Sessão de contos com os contadores de histórias (Alameda da Carvalha; 11h00)

Apresentação do áudio livro «Guia experimental para a leitura em voz alta» (Praça da República; 21h30) 

2 de julho

Oficina «O Tacho para a Sertã» (Escola da Abegoaria; 15h30)   

3 de julho

Festas na Aldeia (Bravo – 15h00

Leitura no palco das 24 Horas a Ler (Cineteatro Tasso; 17h55)